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Os eleitores de mais um município mineiro voltam às urnas, no próximo dia 1º de dezembro, para eleger prefeito e vice-presidente da cidade. Água Boa, na região do Rio Doce, é o nono município em Minas cujo chefe do Executivo municipal foi cassado por cometer irregularidades durante a campanha eleitoral de 2012 ou então em mandatos anteriores na prefeitura.
Com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), ocorrida na noite dessa terça-feira, a eleição suplementar em Água Boa foi marcada após a cassação em definitivo, sem direito a recurso, no último dia 20 de junho, dos mandatos do prefeito Elimárcius Lacerda da Costa (PPS), e seu vice, Jairo Martins (DEM). Eles foram julgados e condenados por abuso de poder econômico e compra de votos.
O cargo de prefeito em Água Boa foi ocupado pelo presidente da Câmara Municipal, José Francisco Rodrigues (PHS). De acordo com a legislação eleitoral, a nulidade de mais da metade dos votos de um município exige nova eleição. A eleição em Água Boa foi decidida por apenas 109 votos: a chapa vencedora (PPS/DEM) obteve 4.232 votos (50,65%) e a que ficou em segundo lugar (PMDB/PT) obteve 4.123 votos (49,35%).
Balanço
As primeiras eleições suplementares para prefeito em Minas, após o pleito de 2012, aconteceram no último dia 7 de abril em Biquinhas, São João do Paraíso, Cachoeira Dourada e Dimanatina. No último dia 1º de setembro, houve eleição em Santa de Cataguazes. Além de Água Boa, no próximo dia 1º de dezembro, o eleitor voltará às urnas em Santa Helena de Minas, Montezuma e Mathias Lobato.
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